
A evolução dos processos de soldagem acompanha a demanda industrial contemporânea, destacando-se a implementação de células robotizadas que garantem precisão e otimização dos cordões. Contudo, o processo semiautomático permanece amplamente difundido, apesar das limitações de eficiência frente à automação e dos desafios técnicos impostos por um mercado competitivo. Nesse cenário, compreender os limites de resistência mecânica das juntas soldadas é fundamental para o desenvolvimento de soluções eficazes. Este trabalho analisa como uma inovação aplicada a juntas de soldagem semiautomática com cordões intermitentes proporcionou um ganho expressivo em resistência sob cargas flutuantes (fadiga). Os resultados experimentais indicam que o limite de resistência é condicionado pela geometria e presença da junta, tornando-se, em certos casos, independente das propriedades mecânicas do metal de base.
A baixo temos o artigo dos auores:
Carpenedo, Marceloa. mcarpenedo@gmail.com
Reguly, Afonsoa. reguly@ufrgs.br
a Departmento de Engenharia de Materiais, Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Av. Bento
Gonçalves, 9500 – Setor 4 – Prédio 74 – Sala 211, 91501-970, RS, Brazil.
Contato do autor: Tel.: +55 51-982178461; E-mail: mcarpenedo@gmail.com




