






A partir do espectro de carga e do grupo de carga do metal de solda o tipo adequado de metal de enchimento pode ser derivado.




O grupo II de juntas dissimilares consiste somente por revestimento. A foto abaixo mostra a localização do metal base puro, do metal de solda, e o real metal de solda no diagrama de Schaeffler.
Com a escolha adequada dos parâmetros de soldagem no que diz respeito à diluição com o metal base define a solda que se queira alcançar. Neste exemplo o metal de solda tem cerca de 10% de ferrita.
Quando executar uma segunda solda o metal de enchimento a ser utilizado deve ser, por exemplo, com baixo teor de liga tipo 21%Cr e 10%Ni para não mais que 12 % de ferrita no revestimento.

Se o metal base e o metal de enchimento tiverem uma composição química com maior equivalência em níquel e se a diluição é alta, então o metal de solda pode chegar a solidificar-se austenítico.
Isto é mostrado no exemplo abaixo. Como consequência a trinca à quente ocorre como é mostrado na imagem seguinte.






Uma possível solução deste problema é com um metal de enchimento a base de níquel. Mas, novamente, não podemos soldar este metal base a base de níquel com um metal de enchimento baixa liga. Mas nós temos que continuar soldando com um metal de enchimento a base de níquel. A desvantagem deste modo é que o metal de solda a base de níquel tem um limite convencional de elasticidade menor do que aço baixa liga.

Quando soldar juntas dissimilares do grupo III, dois pontos de vista são importantes:
1. impedir a migração de carbono durante o serviço em temperaturas acima de 300°C e
2. ter em conta os diferentes coeficientes de expansão térmica dos aços baixa liga e alta liga no metal base. Isso é possível usando um metal de solda a base de níquel.


Esse texto foi traduzido por alunos da fatec-sp
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