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Revestimento por soldagem - Ligas para revestimento

Escrito por Infosolda. Posted in Processos

A importância e a variedade no campo de revestimento têm resultado em uma grande quantidade e variedade de ligas, tornando cada vez mais dificultosa a seleção do metal de adição mais resistente. Uma análise cuidadosa das condições de serviço e uma combinação das propriedades do depósito de solda, complementada pelo estabelecimento seguro de dados de testes em serviço, apresentam-se ainda como o melhor método de seleção de aplicação de determinada liga.

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Revestimento por soldagem - Características

Escrito por Infosolda. Posted in Processos

Falhas prematuras em peças e/ou equipamentos por fenômenos de desgaste têm onerado as indústrias anualmente em centenas de bilhões de dólares, seja por investimento na aquisição de uma peça nova, seja por recuperação da peça desgastada. O desgaste pode ser mantido dentro de certos limites aceitáveis, desde que se tenha pleno conhecimento dos esforços a que a peça ou equipamento estarão submetidos e principalmente dos mecanismos de desgaste atuantes.

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Processo mig/mag - consumíveis

Escrito por Infosolda. Posted in Processos

Os consumíveis utilizados na soldagem com proteção gasosa são o gás de proteção e o eletrodo, também chamado de arame; em algumas situações, emprega-se um líquido de proteção contra respingos que possam aderir à tocha ou às regiões próximas da poça de fusão.

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Processo mig/mag - Modos de transferência

Escrito por Infosolda. Posted in Processos

    A transferência globular se caracteriza pela transferência de gotas com diâmetro maior que o diâmetro do eletrodo utilizado. A variação da corrente influencia o diâmetro médio das gotas transferidas, o qual diminui à medida que a corrente aumenta. As gotas do metal em fusão ficam na ponta do eletrodo até atingirem o tamanho suficiente para serem lançadas ã poça de fusão; no entanto, quando isso acontece, o arco apresenta pequena instabilidade e a força eletromagnética, conhecida como força do arco, provoca o lançamento da gota na direção contrária à da ação do arco, formando respingos. Para diminuir a formação de respingos, deve-se manter o arco o mais curto possível, de modo a parecer que a ponta do eletrodo está mergulhada na poça de fusão.