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Feixe de Elétrons

Escrito por Infosolda. Posted in Processos de Soldagem

Artigo escrito pelo Prof. Luiz Gimenes do curso de Soldagem da FATEC-SP e da pós graduação em Inspeção e Automação em Soldagem do SENAI Nadir Dias de Figueiredo e por Engº José Pinto Ramalho, professor do curso de Engenharia de Soldagem da USP.

O feixe de elétrons é uma tecnologia utilizada para processamento de materiais, utilizando o calor gerado pelo impacto dos elétrons com o material a trabalhar.

O processo veio a desenvolver-se, juntamente com a técnica de vácuo, no início da época das construções nucleares (anos 50), quando se precisou soldar materiais reativos (Ti,Zr), e se teve problemas de oxidação.

Como os elétrons podem ser projetados no vácuo, resolveu-se assim o problema, passando-se a fazer as Soldagens em câmaras de vácuo. Com isto, obteve-se Soldagens com:

• Zonas fundidas muito estreitas,

• Livres de oxidações devido a serem feitas em vácuo, e

• Zonas termicamente afetadas (ZTA) reduzidas em conseqüência da grande convergência do feixe. Esta grande convergência resultará em uma interação feixe/matéria diferente das interações que temos quando soldamos com os processos convencionais.

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Técnica Operatória da Soldagem SMAW

Escrito por Infosolda. Posted in Processos de Soldagem

Artigo escrito em Paulo J. Modenesi, Prof. Depto de Engenharia Metalúrgica e de Materiais da UFMG, Ph.D. (Cranfield Institute of Technology), trabalha com metalurgia da soldagem, monitoração de processos de soldagem e com o estudo do comportamento mecânico dos materiais.

A soldagem com eletrodos revestidos obtém a união das peças pelo seu aquecimento localizado com um arco elétrico estabelecido entre um eletrodo metálico consumível, recoberto com um fluxo (eletrodo revestido), e as peças. O revestimento é consumido junto com o eletrodo pelo calor do arco desempenhando uma série de funções fundamentais ao processo de soldagem como, por exemplo, a estabilização do arco, a proteção do metal fundido pela formação de escória e de gases e a adição de elementos de liga e de desoxidantes à poça de fusão. 

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Técnica Operatória da Soldagem SAW

Escrito por Infosolda. Posted in Processos de Soldagem

Artigo escrito em Paulo J. Modenesi, Prof. Depto de Engenharia Metalúrgica e de Materiais da UFMG, Ph.D. (Cranfield Institute of Technology), trabalha com metalurgia da soldagem, monitoração de processos de soldagem e com o estudo do comportamento mecânico dos materiais.

Na soldagem ao arco submerso (SAW), a união das peças é obtida pela sua fusão localizada com um arco elétrico estabelecido entre um eletrodo metálico nu, geralmente um arame, e a peça de trabalho. A proteção da poça de fusão e do arco é feita por um material granulado (fluxo) que colocado sobre a junta, cobrindo a região do arco. O uso do fluxo limita as posições de soldagem que podem ser usadas e impedem a observação direta da região do arco. Embora a soldagem com um único arame seja a mais comum, existem versões do processo que utilizam simultaneamente dois ou três arames ou que trabalham com um eletrodo na forma de fita o que é muito utilizado na deposição de camadas de revestimento. O processo é quase sempre usado na forma mecanizada com altas densidades de corrente, possibilitando em uma grande penetração e alta taxa de deposição (até cerca de 22kg/h).

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Processo de Soldagem com Chama Oxi-gás - OFW

Escrito por Infosolda. Posted in Processos de Soldagem

Artigo escrito pelo professor Alexandre Queiroz Bracarense, PhD da CEFET-MG.

A Soldagem Oxigás (OFW) inclui qualquer operação que usa a combustão de um gás combustível com oxigênio como meio de calor. O processo envolve a fusão do metal base e normalmente de um metal de enchimento, usando uma chama produzida na ponta de um maçarico. O gás combustível e o oxigênio são combinados em proporções adequadas dentro de uma câmara de mistura. O metal fundido e o metal de enchimento, se usado, se misturam numa poça comum e se solidificam ao se resfriar.

Uma vantagem deste processo é o controle que o soldador exerce sobre o calor e a temperatura, independente da adição de metal. O tamanho do cordão, a forma e a viscosidade da poça são também controlados no processo. OFW é adequado para operações de conserto, para soldagem de tiras finas, tubos e tubos de pequeno diâmetro. Soldar seções espessas, exceto para trabalho de conserto, não é economicamente viável quando comparada com outros processos disponíveis.