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Soldagem por Feixe de Elétrons

Escrito por Infosolda. Posted in Processos de Soldagem

Texto traduzido por Cristiano Vieira Nascimento , aluno da FATEC-SP.

Soldagem por Feixe de Elétrons (EBW)

Adequado para soldagem de precisão de todos os metais, soldando juntamente também metais dissimilares. Posições: na prática, normalmente plana, mas, teoricamente, todas as posições.

Operação e especialidades

O cátodo de fita intercambiável (molibdênio tungstênio, tântalo) é aquecido a 2000-3000°C.

Entre o cátodo e o ânodo anelar, se forma rapidamente uma tensão de aceleração de 150kV é usada (pressão de trabalho ~ 5x10-4 Torr). Os elétrons, que são emitidos do cátodo sob estas condições, (emissões atuais de até 250 mA) são focados conicamente pelo cilindro “Wehnelt” e passa através da abertura do ânodo, que tem forma de anel.

Após a passagem pelos seguintes elementos de direção (ponto) de elementos (rolos ajustadores, tela, lente, bobina defletora) o feixe atinge o ponto de trabalho.

Uma mancha de cerca de 0,01 mm2, com uma densidade de potência de 107 W/cm2 (comparação: a densidade de potência do arco é ~ 104 W/cm2).

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Soldagem por Fricção - FRW

Escrito por Infosolda. Posted in Processos de Soldagem

Artigo escrito pelo Prof. Luiz Gimenes do curso de Soldagem da FATEC-SP e da pós graduação em Inspeção e Automação em Soldagem do SENAI Nadir Dias de Figueiredo e por Fernanda Laureti Thomaz da Silva.

A soldagem por fricção, também conhecida como soldagem por atrito, utiliza algo muito comum para todos nós, o atrito, presente em todas as situações.

A soldagem por fricção é um processo de soldagem no estado sólido, que visa unir partes metálicas através de caldeamento, obtido pelo calor gerado, através do atrito provocado por movimento das superfícies em contato, e aplicação de pressão. Devido ao atrito entre as partes, a energia cinética é convertida em calor, sendo absorvido pela região imediatamente próxima às superfícies em contato, coalescendo as superfícies, uma pressão é aplicada e a ação da força centrífuga faz fluir o metal para fora dos limites da peça na forma de rebarba, arrastando os óxidos superficiais existentes.

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Soldagem por Fusão para Reconstrução de Componentes de Ferro Fundido

Escrito por Fabio Urzedo Silva. Posted in Processos de Soldagem

Soldagem por Fusão para Reconstrução de Componentes de Ferro Fundido

Normalmente a soldagem do ferro fundido ocorre em reparo manutenção, visto que o processamento de componentes de ferro fundido é necessariamente por fundição, usualmente da peça semi-acabada (com usinagem posterior) ou mesmo acabada. Como todo o tipo de soldagem de manutenção, esta soldagem apresenta grande complexidade devido às diferentes geometrias e tamanhos de componentes avariados, exigindo uma análise caso a caso para a determinação do procedimento mais adequado. Para auxiliar a determinação do procedimento de soldagem a ser adotado, este artigo procura abordar as principais características do ferro fundido e quais os procedimentos usuais de soldagem para este tipo de material.

Download do artigo completo: Soldagem por Fusão para Reconstrução de Componentes de Ferro Fundido

Veja também:

SOLDAGEM FERRO FUNDIDO

SOLDABILIDADE DOS FERROS FUNDIDOS

 

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Soldagem por Resistência I

Escrito por Infosolda. Posted in Processos de Soldagem

Artigo técnico traduzido por Rodrigo A. L Satyro, Rogério Veiga, Santiago Moreira e Moacir Santos, alunos da Fatec-SP.

Processos de Soldagem por Resistência.

Diferentemente da maioria dos outros processos de soldagem, a maioria dos processos de solda por resistência é necessária a aplicação de uma força entre os eletrodos, assim, uma pressão sobre a peça de trabalho. É por isso que estes processos são muitas vezes referidos como "Processos de Soldagem por Resistência à Pressão".