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Soldagem por Arco Submerso

Escrito por Fabio Urzedo Silva. Posted in Processos de Soldagem

Soldagem por Arco Submerso


Soldagem por arco submerso ou também conhecido em inglês como Submerged arc welding (SAW), é um método em que o calor necessário para fundir o metal é produzido por um arco elétrico criado entre a peça de trabalho e a ponta do arame de soldagem.

A ponta do arame de soldagem, o arco elétrico e a peça de trabalho são cobertos por uma camada de um material mineral granulado conhecido por fluxo para soldagem (daí o nome arco submerso), portanto não há arco visível pois fica escondido, nem faíscas, respingos ou fumos comuns em outros processos. Parte do fluxo é fundida gerando uma capa protetora sobre a poça de fusão da solda. O restante não fundido é recolhido para a reutilização.1

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Soldagem por eletrodo revestido

Escrito por Infosolda. Posted in Processos de Soldagem

Artigo escrito pelo Prof. Luiz Gimenes do curso de Soldagem da FATEC-SP e da pós graduação em Inspeção e Automação em Soldagem do SENAI Nadir Dias de Figueiredo e por Engº José Pinto Ramalho, professor do curso de Engenharia de Soldagem da USP.

O processo de soldagem por arco elétrico com eletrodo revestido consiste, basicamente, na abertura e manutenção de um arco elétrico entre o eletrodo revestido e a peça a ser soldada.

O arco funde simultaneamente o eletrodo e a peça. O metal fundido do eletrodo é transferido para a peça, formando uma poça fundida que é protegida da atmosfera (O2 e N2) pelos gases de combustão do revestimento. O metal depositado e as  gotas do metal fundido que são ejetadas, recebem uma proteção adicional através do banho de escória, que é formada pela queima de alguns componentes do revestimento.

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Soldagem por Eletroescória

Escrito por Fabio Urzedo Silva. Posted in Processos de Soldagem

Soldagem por Eletroescória


O processo de soldagem eletroescória é um processo por fusão através de uma escória líquida a qual funde o metal de adição e as superfícies a serem soldadas.

O processo de soldagem Eletroescória é usado onde se necessita grandes quantidades de material de solda depositado, como por exemplo para soldar seções transversais muitos espessas.

O processo passa a ser viável economicamente em juntas de topo a partir de 19 mm de espessura e, para espessuras máximas praticamente não há limitações.

Clique aqui e baixe o artigo completo: Soldagem por Eletroescória

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Soldagem por Eletroescória - 2

Escrito por treinasolda. Posted in Processos de Soldagem

Leia o artigo técnico do aluno da Fatec-SP - Otavio Augusto Camassi Vittal

O processo de soldagem por eletroescória teve inicio no século passado, dando origem a um processo de soldagem na posição vertical. Os fundamentos do processo de eletroescória já eram conhecidos por volta de 1900, porém só em 1950 o processo de soldagem foi desenvolvido por russos que desenvolveram o princípio do processo no instituto de Soldagem elétrica, Paton (Ucrânia). O processo foi constituído em função da sua eficiência sobre o processo de soldagem a arco submerso na execução de soldas verticais em vasos de pressão. Este processo não depende de calor gerado pelo arco elétrico, o calor requerido é gerado através da resistência à passagem de corrente elétrica por um banho de escória líquida.